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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Vai buscar

Andava a analgésicos, fiz uma pausa para a grande festa do casal amigo e agora estou  com uma voz estilo "Olava Bilaca". Será que os outros 60 convidados, ou mais, estarão assim?! Se sim, Olavo si prepara. É que, pelo que deu para ver, a malta abafa-te, garantidamente, na pista. Quer dizer...na pista e não só. Toma, vai buscar!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Update

Update da situação:
Este mês está a preocupar-me, e muito, a nível dos gastos.
Às obrigações mensais juntou-se a grande festa de um casal amigo. Claro que se trata de uma excepção e isso, para já, facilita-me a desviar o olhar do extracto.

É isso e a diversão que "prevejo" da festa em si. Afinal de contas todos temos uma Maya em nós...
Palpita-me que vou querer refazer esta comparação novamente. Ai, ai, ai, ai...Outra vez?! Cá está a danada da Maya, a atacar novamente "palpita-me", "prevejo"... Que é isto, minha gente?! Só por causa disto vou reler o "poder libertador do palavrão" do MEC. O que esta grande maluca me faz... E já agora os analgésicos também.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Actualização

Estive mais de uma hora a conversar. Nada de novo, a não ser o assunto em questão ser-me tão especial. Depois, sem perceber como - isto, porque ainda me encontro a tomar analgésicos -  acabou por surgir o tema da blogosfera e eu, que nunca divulguei a existência deste blogue, acabei por estar a falar com uma pessoa que tem um blogue muito divertido e que eu, estupidamente (estupidement para os meus leitores franceses), reparei que nunca tinha partilhado aqui...
Pois bem, atendendo ao lema dos pacotinhos de açúcar: "hoje é o dia". É isso! Nada de preguiça (preguiçe). Aqui estou eu a dedicar este post a alguns dos achados blogosféricos, grande parte deles sigo há mais de um ano, e alguns cheguei inclusive a fazer referência, se não me engano foi antes de Março passado. Gosto de todos e tenho noção que estou a deixar outros de fora, em especial alguns ligados à área.
De qualquer forma apresento já estes, que gosto e acho que são merecedores de atenção.
Depois, associado à leitura partilho: a livraria Pó dos Livroso bibliotecario de Babel, e já aqui tinha feito referência à Estante de Livros e à Ler.
Tenho, claro, de referir a nível gastronómico as delícias da Leonor, que acho simplesmente divinal.
E já aqui tinha referido, ligado a questões de moda e fotografia, mas volto a apresentar: Garance Dore, Startorialist, o Alfaiate e a Maria Guedes.
Acho que já está uma boa actualização. Tenho quase a certeza que estou, novamente, a deixar outros blogues de fora mas com maior disponibilidade, e de preferência sem o efeito dos analgésicos, tratarei de fazer a devida referência.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Palavrão

Acho que devo começar por explicar que ainda me encontro sob o efeito de analgésicos. Dada a explicação, passo a apresentar aquilo que procurei, durante uns breves minutos, para partilhar aqui, neste belo e grandioso espaço.

"O poder libertador do palavrão"

«Quando se usam palavrões sem ser com o sentido concreto que têm, é como se estivéssemos a desinfectá-los, a torná-los decentes, a recuperá-los para o convívio familiar. Quando um palavrão é usado literalmente, é repugnante.

Quando uma esferográfica não escreve num exame de Matemática "ah a grande puta... não escreve!", desagrava-se a mulher que se prostitui.

Em Portugal é muito raro usarem-se os palavrões literalmente. É saudável.

Entre amigos, a exortação "Não sejas conas", significa que o parceiro pode não jogar um caralho de fifa2006. Nada tem a ver com o calão utilizado para "vulva", palavra horrenda, que se evita a todo o custo nas conversas diárias.

Pessoalmente, gosto da expressão "É fodido..." dito com satisfação até parece que liberta a alma!

Do mesmo modo, quando dizemos "Foda-se!", é raro que a entidade que nos provocou a imprecação seja passível de ser sexualmente assaltada. Por ex.: quando o Joaquim "descia" os 8 andares do prédio para ir á garagem buscar a moto e verificava que se tinha esquecido de trazer as chaves... "Foda-se"!! não existe nada no vocabulário que dê tanta paz ao espirito como um tranquilo "Foda-se...!!".

O léxico tem destas coisas, é erudito mas não liberta.

Enquanto um pai, ao não conseguir montar um avião da Lego para o filho, pode suspirar após três quartos de hora, "ai o caralho...", sem que daí venha grande mal à família.

Quando o mesmo pai, recém-chegado do Kit-Market ou do Aki, perde uma peça para a armação do estendal de roupa e se põe, de rabo para o ar, a perguntar "onde é que se meteu a puta da porca...?", está a dignificar tanto as putas como as porcas, como as que acumulam as duas qualidades.

Para dizer que uma localidade fica fora de mão, não se pode dizer que "fica na vagina da mãe" ou "no ânus de Judas".

Quem é que se atreve a propor expressões latinas como "fellatio" e "cunnilingus"? .

Os palavrões são palavras multifacetadas, muito mais prestáveis e jeitosas do que parecem. É preciso é imaginação na entoação que se lhes dá. Eu faço o que posso.»

Como devem ter calculado este artigo faz todo o sentido neste preciso momento. É que o facto de ter de estar sob o efeito de analgésicos leva-me a querer usufruir do poder libertador do palavrão.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Intemporal



Com tantos comentadores políticos da actualidade decido dar "tempo de antena" a uma célebre voz feminina  e que ainda para mais comemora hoje 45 anos: a Mafalda.
Umberto Eco descreveu-a como:
"A Mafalda é uma heroína iracunda que rejeita o mundo assim como ele é. (...) A Mafalda é, em última análise, um herói do nosso tempo ".
Quino não só conseguiu criar uma personagem feminina que cativava as crianças, e adultos também, de ambos os sexos, como ainda hoje aquelas histórias são actuais.
Ela, juntamente com tantos outros personagens, fez parte do meu universo infantil e por isso merece aqui destaque. Já para não falar que os analgésicos ainda não estão no auge e esta escolha vem facilitar as coisas...

"Sabemos muito pouco o que nós somos e menos ainda o que podemos ser".

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Ondulados


Encaracolados, ondulados, cacheados...a realidade é que a maioria dos cabeleireiros não tem "mão" para este tipo de cabelo. Conseguem "mexer" mas fazer dali algo mais especial é que já tá quieto.
É por isso que muitas vezes tenho receio de uma ida ao cabeleireiro. E atenção que o meu nem é complicado.
Que a verdade seja dita a maioria dos cabeleireiros arrisca a "mexer" mas isso não significa que o trabalho fique arrebatador. Também não significa que fique mal... Significa somente que depois de ter tido umas mãos preciosas que sabiam de facto o que estavam a fazer, que agora ando aflita com as pessoas, inclusivé umas quantas com nome no mercado, que apenas "mexem" enquanto que as outras  tinham de facto talento para o ofício. Depois ainda perguntam porque é que uma pessoa demora a lá ir... É que eu gosto das "ondinhas" naturais.
E o problema não reside em ser cabeleireiro "de bairro" ou "famoso". O problema reside no primor das mãos. Gostava de voltar a sentir a segurança como quando conheci a habilidade daquela que foi a minha cabeleireira durante a adolescência ,que num simples salão conseguiu conquistar-me com a sua grandiosa habilidade, ou os dois já conceituados no mercado, que durante os trabalhos para Moda/Tv ofereciam produtos de marca - e sem olharem ao preço-  escolhidos de acordo com o tipo de cabelo e que tinham um talento inquestionável. Saudade.
Não mencionei maus cabeleireiros, aqueles que fazem a cliente ficar triste pelo trabalho realizado, mencionei apenas que sinto falta daqueles mesmo especiais, que fora fazerem tudo certinho ainda nos surpreendem pela criatividade e habilidade.

Os analgésicos ainda não estão no auge e só para me chatear dói-me o calcanhar devido ao calçado. No entanto, uma pessoa muito fofinha mimou-me e confesso que soube-me muito bem. Em especial num dia que tive de sair mais tarde e que embora até pudesse estar a ser interessante, a verdade é estava cansada porque ainda estou a analgésicos.

sábado, 26 de setembro de 2009

Pertinho

Um telefonema e uma ida pertinho de Cascais onde aceitei o convite para o almoço. Era para ser uma das minhas comidas preferidas mas acabei por comer algo mais "saudável" tendo em conta a "obrigação" do presente recurso aos analgésicos. No entanto, nem pensem que deixei escapar a sobremesa. Não senhor! Lá tratei de saborear uma mousse de manga bem cremosa.
Lá deu para espairecer um pouco o que é sempre bom. Mais tarde seguiu-se uma actualização cinematográfica desta vez calhou "The Revolutionary Road", de Sam Mendes.

Mudando para uma temática mais séria lembrei-me de colocar aqui este artigo do NY Times, que considero ser interessante em especial para quem se interessar por psicologia e/ou por autores como Carl Jung e Freud, embora neste caso seja sobre Jung.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

"Uma sensação de vida"


Um pedido de uma pessoa muito especial para a "divulgação" deste vídeo, que descreveu como: "uma sensação de vida".
Quando estava a escolher as imagens reparei que as duas primeiras podem explicar algo especial na dança...Começa com um "eu" mas logo depois passa a um "nós".

(Os analgésicos ainda não estão a fazer efeito. Ainda....)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Cadê


Ok, prometi que escrevia sob efeito dos analgésicos e seus companheiros mas cadê o efeito?! Para já ainda não notei...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Estação Outono


Começou hoje às 22h19 o Outono. Já aqui coloquei uns quantos post´s sobre as estações por isso não vou ser repetitiva... pretendo apenas assinalar o arranque.
Agora vou tratar de ir tomar os analgésicos, e seus semelhantes, abafando aqui toda a experiência de hoje com umas quantas "batas"... umas eram atrevidas outras aparvalhadas mas destaco como é óbvio as que merecem ser respeitadas. E sim, prometo escrever sob efeito de analgésicos. Oh la la, ah se prometo!