Gosto muito, mas mesmo muito, da ideia deste projecto, que tive conhecimento através desta notícia.
De facto, a beleza reside mesmo na simplicidade, eis um belo exemplo disso.
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
on purpose
"We meet the places we wind up loving much the way we meet the people we
fall for: on purpose and accidentally; at precisely the right moment and
exactly the wrong time; in the highest of spirits and the lowest of moods."(...)
"It was as if Lisbon wore a set of jewels that other cities didn’t bother to", mais aqui.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Linkar artigos
Um projecto bastante interessante do NY Times, aqui.
E um artigo, também, interessante sobre Patti Smith, aqui.
E um artigo, também, interessante sobre Patti Smith, aqui.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Un artículo sobre la amistad
Achei bastante interessante o artigo de Rosa Montero, que se encontra aqui.
Passo a partilhar algumas das frases, que fui sublinhando ao longo do artigo.
Passo a partilhar algumas das frases, que fui sublinhando ao longo do artigo.
"Llevo meses intentando escribir un artículo sobre la amistad y siempre me detiene el miedo de no estar a la altura. De que mis palabras no logren merecerse a mis amigos".
"(...) Amigos y amistad son hermosas palabras que el uso y el abuso han desgastado".
"(...)Lo de la amistad es como el amor. Todo el mundo cree saber de ello, todos nos consideramos grandes conocedores del asunto, expertos en los sentimientos y en la pasión, cuando, en realidad, son dos materias complejas e infinitas, profundos rincones del ser que uno sólo empieza a entender cuando madura".
"(...)Y luego vas viviendo y te vas haciendo".
"(...)Y también vas encontrando a tu gente, a esas personas que se convertirán en tu mundo, en tu territorio. La única patria que reconozco son mis amigos. Es una patria exigente. La amistad requiere atención, entrega, riego constante. Hay que invertir muchas horas en cultivarla. Ahora que soy mayor, sé con toda certidumbre que es el mejor destino que puedes dar a tu tiempo. Es una de las cosas que he aprendido".
"(...)Alcanzan un nivel de emoción y de veracidad indescriptible".
"(...)Porque, con los años, las amistades se prueban de verdad. Con tal generosidad, con tal facilidad afectuosa, que realizan auténticas proezas como si en realidad no les costara nada (la última proeza sobrehumana que han hecho mis amigos por mí ha sido ayudarme en un traslado de domicilio y montarme la casa, prácticamente ellos solos, en cinco días). Los amigos te salvan literalmente la vida y lo hacen sin esperar nada, sin alardear de nada, por el puro placer de dar. Modestamente grandiosos".
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Artigo
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Mais artigos
"Sossegadinha", de volta dos assuntos sérios, não me escapou esta informação.
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Artigo
domingo, 25 de julho de 2010
Artigo
Mais um artigo interessante: "Pode a literatura pôr fim a uma vida de crime?".
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Artigo
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Artigo
Parece-me um artigo interessante: "Estamos a destruir o valor do acto intelectual".
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Alberto Mangel,
Artigo
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Informação
Simpatizei com esta imagem do jornal Público, que ilustra o suplemento especial, de hoje, "Dia da Terra". E simpatizei, ainda, com este artigo do jornal I, sobre o segredo para se escolher um livro.
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Artigo,
Dia da Terra
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
O conceito de amizade em rede
A "DIFMAG", revista de tendencias e guia cultural gratuito, apresenta, este mês, o artigo "Friends will be friends", da autoria de Luis Spencer Freitas, que aborda o conceito de "amizade" associado à questão das redes sociais. Como gostei do texto, passo a partilhá-lo.
"Há alguns dias atrás a minha namorada perguntou-me, a rir: “desde quando é que tu és amigo de 500 pessoas?”. Confesso que no início não perceBi a pergunta e até fiquei um pouco ofendido, não sei Bem porquê. passado uns segundos compreendi - ela estava a falar dos meus amigos do faceBook.
A minha lista já tinha chegado às 500 pessoas – facto que estranhamente me deixou satisfeito. Não sei justifcar exactamente porquê, mas deu‑me a mesma sensação que a de um miúdo que apanha todos os Pokemons. No entanto, decidi ser um pouco mais pragmático e analisar um pouco a minha lista. Até porque de acordo com a teoria de Dunbar, nós não conseguimos gerir muito para além de 150 relações sociais estáveis…
Comecei com fltros pouco exigentes – vamos ver quantas pessoas desta lista eu realmente conheço. OK, cheguei aos 400 – não é mau. Não contando com páginas de fãs, grupos, e afns. 350. Pus então um fltro um pouco mais exigente – destas pessoas com quem já estive pessoalmente. 300.Continua a ser um número elevado. OK, vamos ser mesmo exigentes – com quantas eu efectivamente já troquei mais que cinco minutos de conversa. 150.
Chegando aqui pus um fltro determinante – pessoas que eu não vejo ou falo há mais de um ano. 60. Destas 60, quem é que eu considero um “amigo” no verdadeiro sentido da palavra. E cheguei ao número fnal: 35 pessoas. Portanto, de aproximadamente 500 pessoas que completam a minha lista de amigos, posso considerar 35 pessoas como “amigos” e tudo o resto insere‑se numa categoria perdida no Facebook que será algures entre trabalho, conhecidos e “pessoas com quem conversei pouco mais de cinco minutos, mas mesmo assim adicionei no Facebook”.
Isto deixou‑me a pensar na política que cada pessoa adopta para o seu Facebook. Existe quem aceite os convites todos e acabe por ter a sua vida à mercê de uma lista interminável – e não há nada pior senão a mulher do chefe comentar aquela fotografa tirada com amigos numa noite para esquecer. Mas também existe quem não aceite pedidos a não ser pessoas que conhece directamente – mas isto também acaba por reduzir a piada a muitas das funcionalidades que o Facebook permite – e sem amigos no Farmville não teria metade das galinhas que tenho.
Qual era o caminho natural? Começar a “apagar” pessoas – muitas pessoas. Cruelmente, friamente e com a certeza absoluta da triste realidade que elas nem sequer se aperceberam que eu desapareci da sua lista de amigos.
Instalou‑se um momento de silêncio… não pelo facto da minha lista já não estar tão cheia de amigos, mas sim por já não estar tão vazia. Decidi então aproveitar as políticas de privacidade e a opção de listas do Facebook, tão pouco conhecidas pela maioria dos utilizadores, para compor grupos e dentro desses grupos defni quem via o quê na minha página. A minha política de amigos surgiu por si própria ‑ não vou aceitar pedidos de amizade que não passem nos meus fltros. Resultado – tenho 360 amigos.
No fundo, os amigos no Facebook podem ser comparados em parte aos berlindes que tivemos na escola primária. Quantos mais berlindes temos no saco, mais populares somos. No entanto, há quem escolha ter menos mas ter berlindes grandes – os abafadores ‑ para jogar. É uma questão de estratégia pessoal. Eu sou mesmo do caso que gosto de um saco cheio – mas que sejam berlindes com os quais tenha jogado pelo menos uma vez!"
(Podem ler mais artigos da revista aqui ).
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Basicamente
Estou com uma soneira do caraçitas por isso venho apenas partilhar este artigo, que tem recebido vários elogios.
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Artigo,
Fernando Pessoa
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
When we think of
De um lado para o outro. Depois, numa rápida passagem do Terreiro do Paço ao Rossio houve tempo para uma gulodice, que soube mesmo bem. Seguiu-se um "ouvir falar" alguém que admiro.Confesso que queria mais. E depois, novamente mais "de um lado para o outro".
terça-feira, 24 de novembro de 2009
As linguagens da música
Na semana passada estava um grupo numa esplanada a discutir sobre este artigo (coloco apenas parte dele devido ao tamanho).
Kurt e Eddie
"A voz de Kurt é coisa em bruto, expondo uma raiva incoerente, assente em letras pouco claras. Eddie conta histórias. As canções dos Nirvana são mais desafiantes, mas não oferecem calor. Quando muito são catárticas.
Eddie parece tentar chegar ao outro. Kurt quer que o deixem em paz.
Aquilo que faz do primeiro um herói do rock - no sentido mais conservador do termo - é que é alguém que nunca desiste de lutar. "In Utero", o último grito dos Nirvana, é o oposto. É desistir, é o isolamento, o casulo onde Kurt se resguarda das contradições de ser um rebelde milionário.
Talvez Eddie seja um ser humano melhor. Mas segundo o mito romântico do criador, talvez Kurt seja melhor artista. Como o Kurtz de Brando: era lúcido. De uma lucidez disforme, incapaz de percepcionar a totalidade à sua volta. Ninguém se surpreendeu quando se suicidou. Mas mesmo assim a sua morte continua a inspirar as mais bizarras e diversas teorias conspirativas.
Quem matou Kurt Cobain? A resposta é óbvia. Kurt Cobain matou Kurt Cobain. Mas também foi vítima: vítima do mito de que para se ser autêntico, verdadeiro e comprometido, não se pode ser popular".
Eddie parece tentar chegar ao outro. Kurt quer que o deixem em paz.
Aquilo que faz do primeiro um herói do rock - no sentido mais conservador do termo - é que é alguém que nunca desiste de lutar. "In Utero", o último grito dos Nirvana, é o oposto. É desistir, é o isolamento, o casulo onde Kurt se resguarda das contradições de ser um rebelde milionário.
Talvez Eddie seja um ser humano melhor. Mas segundo o mito romântico do criador, talvez Kurt seja melhor artista. Como o Kurtz de Brando: era lúcido. De uma lucidez disforme, incapaz de percepcionar a totalidade à sua volta. Ninguém se surpreendeu quando se suicidou. Mas mesmo assim a sua morte continua a inspirar as mais bizarras e diversas teorias conspirativas.
Quem matou Kurt Cobain? A resposta é óbvia. Kurt Cobain matou Kurt Cobain. Mas também foi vítima: vítima do mito de que para se ser autêntico, verdadeiro e comprometido, não se pode ser popular".
Como sei que provoca recordações a uma certa geração, partilho o link para que os interessados possam ler o resto.
sábado, 14 de novembro de 2009
Mistura
Para a sessão de cinema "caseiro" calhou o filme "The Hangover", de Todd Phillips, enquanto se partilhavam vários doces. Seguiu-se um pulinho a Cascais, onde tive vontade de ceder ao consumismo mas aguentei-me firme.
Em jeito de actualização partilho mais uma reportagem, que considero interessante e que saiu na National Geographic, "Sequóias, as superárvores". Escrita por Joel K. Bourne, Jr. e com a grandiosa imagem de Michael Nichols, começa assim:
"Elas crescem para se tornarem as árvores mais altas da Terra. Geram madeira e postos de trabalho, salvaguardam a limpidez das águas e disponibilizam refúgio para inúmeras espécies da floresta. Se nós as deixarmos".
Finalizo com uma referên"Sequóias", "The Hangover", as superárvores", Cascais, Estoril Film Festival, National Geographiccia ao Estoril Film Festival.
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