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domingo, 18 de maio de 2014

Contrastes

Gosto das pessoas "boa onda", não daquelas que "tanto lhes dá" mas daquelas que procuram, e praticam, o lado bom da vida. E eu gosto tanto do lado bom da vida.
Tenho, no entanto, uma dificuldade tremenda em lidar com a hipocrisia. Bem sei que não é possível fazer com que as pessoas percebam quando erram, porque muitas até gostam de errar, ou até podem considerar que não é um erro porque está-lhes tão vincado aquela maneira merdosa de serem que nem dão por isso. Mas não sou de fingir que está tudo bem, quando não está. Optei há uns anos por não querer pessoas assim perto de mim, mas este é um passo difícil para quem tem sempre a ligeira esperança que amadureçam e mudem, que consigam reconhecer  os seus actos, que consigam tomar a atitude correcta... Lá está o contraste entre o racional e o emocional. É uma merda isto dos sentimentos e das emoções. Já dizia um belo escritor: "nisso as cabras levam a melhor". Não sentem...

E isto faz tanto sentido mas não é assim tão fácil:
"Esqueça essa história de querer entender tudo.
Em vez disso, viva,
em vez disso, divirta-se!
Não analise, celebre!"Osho

sexta-feira, 7 de março de 2014

Assim do nada, isto:

Sinto-me bem rodeada de livros, no mês passado adquiri (e ganhei) vários e, a juntar ao meu vício de cadernos e blocos, começo a ter de obrigar a conter-me.
Esta semana, como algumas das anteriores, tem-me permitido ter a bela da companhia para almoçar. Depois, seguem-se as tarefas. Faço questão de ter sempre um momento de "pausa", seja num café, seja numa livraria, a ver montras, a passear pelas belas ruas de Lisboa, o que quer que seja que me permita contemplar as coisas boas...sim, porque depois segue-se aquilo que vejo como obrigação. Cumpro, mas somente porque, de momento, tem de ser assim.
E ultimamente, estou cansada que me "sufoquem" com "tentativas de amizade forçadas". Vai-se lá saber porquê aparece-me sempre alguém assim. E é por isso que valorizo tanto os meus, aqueles que escolho e que me escolhem e que no fundo nos escolhemos...Parece mas não estou a conjugar o verbo escolher.
Depois a música, diariamente, faz-me tão bem.
Risos e conversas boas, gosto tanto!!
E os sonhos, os belos dos sonhos...

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Resumo do resumo



O que eu adoro estas bibliotecas pessoais!!
Mudando de assunto, não me tem apetecido escrever. Nem é por nenhum motivo em especial, simplesmente não me tem apetecido... Até porque é lixado escrever, num espaço público (mesmo que não divulgado), apenas "partes" que somente nós percebemos. 
Mas posso resumir algumas coisas: saudades, tenho sempre saudades dela , por vezes choro, outras vezes sorrio mas as saudades estão sempre presentes.
Gostar: gosto das minhas pessoas, das minhas músicas, dos meus momentos, dos nossos momentos, dos meus filmes, dos meus livros, dos meus sonhos, das pessoas que conheço e já conheci, das várias áreas que já abracei e do que isso me proporcionou, de muita coisa, em especial "gosto de gostar".
Gosto de poder ajudar e de tentar melhorar constantemente. Gosto de partilhas, das boas. De boas conversas, de boas risadas, de bons momentos e das coisas boas.
Ainda na semana passada, numa conversa sobre as etapas da vida, falou-se dos vinte e dos trinta. Há uma ligeira diferença. No meu caso, gosto de saber que quando entrei nos trinta, o fiz com tranquilidade. Não tive daqueles momentos que muitos dizem que têm de marcar, por exemplo: "tatuagem, ir viver junto, separação, mudança de visual, casamento, bla bla bla". Nada disso, comemorei como gosto de comemorar, de facto houve uma reflexão (acho que há sempre),e notei a "tal serenidade" de que falam "com esta idade", mas isso foi acontecendo gradualmente não acho, de todo, que  a mudança de idade provoque uma mudança brusca na forma de estar. Em especial, no meu caso, talvez seja por não sentir que tenho a idade que na realidade tenho, e o engraçado é que espelho isso mesmo, aparento ser mais nova, talvez porque me sinta mais nova e porque goste de ser assim, mais para a "macacada e lado bom da vida" do que "o chá das cinco".
As pessoas estabelecem fases e por vezes não deixam que as coisas fluam de forma natural, talvez daí ocorrerem certas decisões precipitadas.
Continuo a preferir pessoas que me inspirem, do que as que tentam "sufocar" com a amizade. Não faço "género", epá não tenho paciência, tento não ter por perto pessoas "menos positivas" (acho que tentamos todos) e gosto de dizer o que penso e sinto (também não é novidade).
E eu sei lá mais o quê... Por agora foi o que me apeteceu...