"Eu tenho uma espécie de dever, dever de sonhar, de sonhar sempre, pois sendo mais do que um espectador de mim mesmo,eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso. E, assim, me construo a ouro e sedas, em salas supostas, invento palco, cenário para viver o meu sonho entre luzes brandas e músicas invisíveis." Fernando Pessoa
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sábado, 21 de dezembro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Today
Alterar os horários todos para preparar uma mini surpresa e dar algum mimo à bela da pessoa, que, de momento, bem precisa.
Seguiu-se tarefas e um ataque de risos em "russo".
Depois, apetecia a bela da companhia, em especial, a meio da tarde.
Mais tarefas.
Tarefas e bilhetes de S. Valentim (como na escola...confesso que teve a sua piada, recebi, mas não escrevi a nenhum dos que ali estavam, porque o meu mimei-o logo pela manhã, que bem estava a precisar).
De notar que nesta data ouve-se sempre as conversas habituais de quem gosta e quem não gosta do dia de S. Valentim... Para mim, o importante é a ideia de espalhar o amor (todos os dias, sob que forma for), que julgo já ter feito uma espécie de referência aqui. E quando digo espalhar o amor, não me refiro somente à visão romântica de casal, mas sim da sociedade em geral.
Falando em coisas fofas, o filme da Disney, aqui. E a criatividade da Google, mais uma vez.
E Pessoa, com o seu "Amo como ama o amor".
By the way, Happy Valentine´s day.
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domingo, 20 de maio de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Amoroso
A chegada de um mail com a grande notícia, de uma grande amiga, que vai ser de arrasar.
O convite aceite para uma ida rápida aos frozen (imagem pessoal), com direito a trança (de comer), gomas (tão boas) e mimos. Muitos risos e conversa.
Este vídeo da Google, que está fofo, quer se goste, ou não, desta data.
E nem sei se alguma vez o escrevi aqui mas cá vai: "Happy Valentine´s day", "Feliz dia de S. Valentim/dia dos namorados", para os que gostam e para os que não gostam da data. Não gosto da ideia do consumismo, nem da ideia da "data" mas gosto muito da ideia de Amor. Seja ele de que forma for, por alguém, por algo, por o que quer que seja. O que eu gosto é daquela ideia de se querer bem. E eu quero muito, e quero muito de tudo.
Já dizia o belo Pessoa:
"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Cansaço
Um acto de solidariedade e cheesecake, lá está a continuação da ideia de "comfort food"...
De momento, neste preciso momento, agarro-me às palavras (sempre belas) de Pessoa:
"O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço."
De momento, neste preciso momento, agarro-me às palavras (sempre belas) de Pessoa:
"O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço."
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Solidariedade
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Pessoa
Convite aceite para um passeio pelas praias.
A critividade do Google tem vindo a ser, por diversas vezes, aqui assinalada e, hoje em especial, tinha de dar novamente destaque ao colocarem o grande Fernando Pessoa, que tanto adoro.
"Quando te vi amei-te já muito antes:
Tornei a achar-te quando te encontrei.
Nasci pra ti antes de haver o mundo.
Não há cousa feliz ou hora alegre
Que eu tenha tido pela vida fora,
Que o não fosse porque te previa,
Porque dormias nela tu futuro".
A critividade do Google tem vindo a ser, por diversas vezes, aqui assinalada e, hoje em especial, tinha de dar novamente destaque ao colocarem o grande Fernando Pessoa, que tanto adoro.
"Quando te vi amei-te já muito antes:
Tornei a achar-te quando te encontrei.
Nasci pra ti antes de haver o mundo.
Não há cousa feliz ou hora alegre
Que eu tenha tido pela vida fora,
Que o não fosse porque te previa,
Porque dormias nela tu futuro".
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Praia
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
sábado, 11 de dezembro de 2010
Alguns momentos
Um almoço agradável ao qual se seguiu uma tarde dedicada à ajuda. Houve espaço para umas pausas divertidas. Momentos de concentração. Outras pausas divertidas, com direito à macacada habitual, que cada vez me sabe melhor. Gosto dos sorrisos e de interromper alguns momentos de concentração para sonhar.
“O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esperança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte -
Os beijos merecidos da Verdade.”
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esperança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte -
Os beijos merecidos da Verdade.”
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Referência
Já aqui fiz muitas referências a Ele. Não me canso dele, pelo contrário encontro sempre algo novo, que me faz gostar ainda mais. Hoje, tendo em conta a data, tinha de fazer nova referência. A ele: o grande Fernando Pessoa.
Quanto à leitura do mês calhou: "Herbert West: Reanimador",de H.P.Lovecraft.
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Paralelo
Dou os Parabéns aos irmãos Mário e Pedro Patrocínio por terem recebido o prémio de Melhor Filme Internacional de Direitos Humanos, no Artivist Film Festival (EUA), pelo seu documentário "Complexo – Universo Paralelo".
Adoro esta frase de Pessoa: "Põe quanto és no mínimo que fazes".
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Conceito
"Tudo em nós está em nosso conceito do mundo; modificar o nosso conceito do mundo é modificar o mundo para nós, isto é, é modificar o mundo, pois ele nunca será, para nós, senão o que é para nós".
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
"A espantosa realidade das cousas"
"A espantosa realidade das cousas
É a minha descoberta de todos os dias.
Cada cousa é o que é,
E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
E quanto isso me basta.
Basta existir para se ser completo.
Tenho escrito bastantes poemas.
Hei de escrever muitos mais. naturalmente.
Cada poema meu diz isto,
E todos os meus poemas são diferentes,
Porque cada cousa que há é uma maneira de dizer isto.
Às vezes ponho-me a olhar para uma pedra.
Não me ponho a pensar se ela sente.
Não me perco a chamar-lhe minha irmã.
Mas gosto dela por ela ser uma pedra,
Gosto dela porque ela não sente nada.
Gosto dela porque ela não tem parentesco nenhum comigo.
Outras vezes oiço passar o vento,
E acho que só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.
Eu não sei o que é que os outros pensarão lendo isto;
Mas acho que isto deve estar bem porque o penso sem estorvo,
Nem idéia de outras pessoas a ouvir-me pensar;
Porque o penso sem pensamentos
Porque o digo como as minhas palavras o dizem.
Uma vez chamaram-me poeta materialista,
E eu admirei-me, porque não julgava
Que se me pudesse chamar qualquer cousa.
Eu nem sequer sou poeta: vejo.
Se o que escrevo tem valor, não sou eu que o tenho:
O valor está ali, nos meus versos.
Tudo isso é absolutamente independente da minha vontade".
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domingo, 4 de julho de 2010
Inteiramente
"O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Preguiça
Hoje foi um Domingo para a preguiça. Revi "American Beauty", de Sam Mendes, e actualizei alguns episódios das séries. Deixei-me levar pelas palavras do "meu" "Nandinho", a.k.a Fernando Pessoa. Diverti-me com algumas músicas mas deixei-me estar sossegada, porque o corpo ainda está moído da noitada. E, claro, saboriei umas quantas guloseimas.
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sábado, 2 de janeiro de 2010
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Ainda...
A vontade de sorrir ainda não é muita, mas a de partilhar Pessoa está sempre pronta. Deliciem-se!
"Escrevo, triste, no meu quarto quieto, sozinho como sempre tenho sido, sozinho como sempre serei. E penso se a minha voz, aparentemente tão pouca coisa, não encarna a substância de milhares de vozes, a fome de dizerem-se de milhares de vidas, a paciência de milhões de almas submissas como a minha ao destino quotidiano, ao sonho inútil, à esperança sem vestígios. Nestes momentos meu coração pulsa mais alto por minha consciência dele. Vivo mais porque vivo maior."
"Cada um tem a sua vaidade, e a vaidade de cada um é o seu esquecimento de que há outros com alma igual."
"Ah, não há saudades mais dolorosas do que as das coisas que nunca foram!"
" Sou daquelas almas que as mulheres dizem que amam, e nunca reconhecem quando encontram, daquelas que, se elas as reconhecessem, mesmo assim não as reconheceriam. Sofro a delicadeza dos meus sentimentos com uma atenção desdenhosa. Tenho todas as qualidades, pelas quais são admirados os poeta românticos, mesmo aquela falta dessas qualidades, pela qual se é realmente poeta romântico. Encontro-me descrito (em parte) em vários romances como protagonista de vários enredos; mas o essencial da minha vida, como da minha alma, é não ser nunca protagonista."
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Basicamente
Estou com uma soneira do caraçitas por isso venho apenas partilhar este artigo, que tem recebido vários elogios.
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