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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Mesmo



Ida ao teatro com a melhor companhia.

sábado, 10 de maio de 2014

Diz-me tanto


Gostei tanto deste dia. Uma ida ao Teatro para ver uma peça muito gira. Adorei o convívio. As conversas, as risadas. A ginginha e a sangria. A noite quente na esplanada. Ri tanto. Gostei tanto mas tanto.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Tópicos

Uma semana recheada de bons almoços com a mais bela companhia. Não fossem as tarefas e os dias seriam ainda melhores. Pela semana destaco os mimos e os livros e os sonhos e as conversas boas.
Um telefonema que veio mesmo a calhar para deixar a preguiça de lado e colocar a rotina em dia. 
Hoje fomos ver "As centenárias". Uma peça maravilhosa! Recomendo totalmente.

domingo, 24 de novembro de 2013

Assim

Belo almoço. Convite aceite para a ida ao Teatro, bem acompanhada, e onde reencontrei duas pessoas que desde este Verão admiro imenso. Uma bela peça. Uma bela de uma fatia dourada.

sábado, 19 de março de 2011

Mencionar

 O meu lanche foi um Swirlzinho igual a este, que recomendo. Guloso, como um bom gelado deve ser.
E o meu jantar foi uma boa pizza, que adoro e também recomendo. Pelos vistos, a Gwen também sabe escolher bem. E estas gulodices sabem bem. E aí é que está a dificuldade em resistir...
E a lua cheia está bonita. É bonita.
E a peça "Azul Longe nas Colinas" deve ser tão intensa. Tem a encenação de Beatriz Batarda e a interpretação de Albano Jerónimo, Bruno Nogueira, Dinarte Branco, Elsa Oliveira, entre outros. Só que esgotou nos dias em que queríamos ver e ficamos nesta do "deve ser tão intensa"...
E volto a mencionar o papel da "One", que podem consultar aqui.

sábado, 19 de setembro de 2009

Entre um

Entre um saboroso bolo e um pacote de gomas encaixou-se uma sessão de cinema onde calhou "Ghosts of Girlfriends Past", de Mark Waters. Mais tarde deu para rever "Broken Blossoms or The Yellow Man and the Girl", de D.W. Griffith.
Depois disto recusou-se a oferta de uma ida ao Teatro. Shame on me... mas por muito apetecível que fosse a oferta a questão do horário não facilitou.

domingo, 13 de setembro de 2009

Actualização do Teatro e afins

Já aqui tinha colocado a informação das idas ao Teatro (post de ontem e do dia 6) e agora já tenho disponibilidade para descrever as mesmas.

A do dia 6 marcou-me bastante. Aliás terminou com uma entusiástica ovação de pé e honestamente foi muito merecida. Muito mesmo!
A peça foi a "De Homem para Homem" um monólogo interpretado por Beatriz Batarda e com a encenação de Carlos Aladro.
"De Homem para Homem conta a história de Ella, uma mulher que não consegue arranjar emprego e que opta por casar-se com um homem mais velho e doente, simplesmente para poder ter um tecto e o que comer. Pouco tempo depois, Ella apercebe-se que a ciática de que este se queixa é afinal um cancro. A partir desse momento, e até à morte do seu marido, Ella empenha-se em juntar todas as informações necessárias para poder fazer-se passar por ele e, dessa forma, substituí-lo no seu precioso emprego. 
Max Gericke morre mas é Ella Gericke quem é “enterrada”. Começa assim uma aventura através de tempos de pobreza, guerra e reconstrução, de uma mulher que perde a sua identidade para poder sobreviver.
Vinte e cinco quadros, ou retratos, de reflexão sobre um ser que amou, que desejou viver e que para isso teve de matar, vender o corpo, traficar, mentir, e finalmente perder-se na questão do que é ser humano, ou simplesmente ser". 
                   
A interpretação de Beatriz Batarda foi arrebatadora. Poderia perder tempo a procurar outras palavras para descrever a presença dela em palco mas resumo com um trabalho que considerei excelente e marcante.
Tive o prazer de nos momentos "cómicos" ouvir o riso de Eunice Muñoz, que estava sentada na fila seguinte, e tendo em conta o carinho que sinto por ela - quer pela figura em si, quer pelo talento - aquele espaço tornou-se ainda mais distinto.
Adorei a peça. Adorei ver toda a gente a dizer a mesma coisa. Fiquei agradavelmente surpreendida pelo poder daquela interpretação. Volto a frizar que foi uma merecida ovação em pé.


A peça de ontem foi "Viver é raso" encenada por Amauri Tangará e interpretada por Anaísa Raquel, Cláudia Semedo, Diogo Mesquita, João Ascenso, Sandra Roque, Tiago Fernandes, Valéria Carvalho.
"O lugar é aqui, o dia é hoje, a hora é agora....Todo tempo que tenho para viver é o presente...Invento percursos, histórias, enrêdos, mas meu trajeto é um círculo... Crio personagens, invento destinos, fabrico máscaras, mas eu sigo sendo eu, se calhar, contra minha própria vontade!... Em minha vida se vão acumulando objetos, caras, idiomas, máscaras, nomes, côres, buracos, dogmas, silêncios, discursos, medos e uma infinidade de outras inutilidades das quais, confesso resignado, dependo visceralmente!... Chego mesmo a crer que não conseguiria viver um segundo sequer sem elas!.... Fui, durante todo o trajeto da minha vida, catequizado, domesticado, viciado no uso e desuso das mais perfeitas, imprescindíveis e contundentes inutilidades.... Uma única certeza me conforta: Não estou só!..."

E passando do Teatro para a Dança... dei-me ao trabalho de, após já ter escrito este post, vir actualizar com um Vídeo que está simplesmente fantástico. Gosto, gosto, gosto, gosto!
Admito que o facto de envolver muita gente, música e dança facilita a gostar dele. No entanto, é curioso ver que independentemente da animação, do número de pessoas envolvidas, eles conseguem estar tão "certinhos" a nível coreográfico. A música é a I gotta feelin´ no programa da Oprah, que já agora aproveito para dizer que gosto dela, e o vídeo, que já anda a percorrer pela blogosfera, está muito giro. Tomem .

Termino com uma citação do filme Juno: "Good mood, bad mood, ugly, pretty, handsome, what have you, the right person is still going to think the sun shines out your ass. That's the kind of person that's worth sticking with".

sábado, 12 de setembro de 2009

Mais teatro

Fui assistir a mais uma peça de teatro. Quero com tempo, e paciência, colocar aqui a descrição desta e da anterior.

domingo, 6 de setembro de 2009

Que peça de teatro

Acabei de chegar de uma peça de teatro. Estou completamente rendida com aquela interpretação. De momento não consigo dar a merecida atenção mas prometo que irei descrever melhor a peça. É que merece que assim seja.