Mostrar mensagens com a etiqueta Haruki Murakami. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Haruki Murakami. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Sputnik

Em Janeiro lá deu para desanuviar e fazer: umas maratonas de "papa-séries", algumas actualizações nas sessões de cinema e nas sessões musicais, e umas boas leituras.
Andava curiosa para conhecer a escrita de Haruki Murakami, aquele que é considerado "um dos mais importantes escritores do Japão contemporâneo", e como opção tinha "Sputnik, meu amor".
Gostei da ligação do universo dos sonhos ao mundo real, da forma como aborda as emoções, (amor, solidão, desejo, incerteza, amizade...), das associações culturais que faz ao longo da obra, da leveza da escrita que considero-a envolvente. Murakami tem uma forma muito peculiar para retratar a complexidade humana. Fiquei satisfeita com a leitura.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Entretenimento

Para a sessão de cinema calhou o musical "Mamma Mia". Puro entretenimento, músicas agradáveis para recordar os "ABBA" e Meryl Streep... O musical de Phyllida Lloyd é o sexto filme mais visto de 2008 e em Portugal ocupou o primeiro lugar. O filme foi bastante arrasado pela crítica, o que não consigo entender visto que, pelo que li, nunca quis ser "mais do que duas horas de escapismo" e nesse sentido conseguiu isso. É uma questão de expectativas. Eu esperava "simples entretenimento" com o "extra" da Meryl Streep e recebi isso!

Encontrei uma história da senhora Streep que achei interessante partilhar:
"Meryl Streep adora contar a história acerca de como se aprende a ser rei. A história vem dos seus tempos na Escola de Drama de Yale, quando o professor perguntou aos alunos de que modo se interpreta um monarca. "Toda a gente dizia: ''Bem, é-se firme'', outras pessoas diziam: ''Fala-se com uma voz ligeiramente profunda.'' E o professor disse: ''Errado. A maneira para se ser rei é ter toda a gente na sala em silêncio quando entramos.'' A atmosfera muda. Cabe a todas as outras pessoas fazerem de ti rei. Eu achei que essa era uma informação realmente poderosa." Eu também, por isso é que resolvi partilhar.

Ainda na sessão de cinema revi "The Searchers" de John Ford. Um Western de 1956 que conta com John Wayne, Nathalie Wood, Jeffrey Hunter, Vera Miles e Ward Bond. Um grande filme.

Continuando a falar de entretenimento, o belo do singstar voltou a merecer destaque e aproveitei para colocar umas bandas sonoras em dia.

A nível de leituras: já li o que tinha de Dostoiévski e agora ando de volta de Haruki Murakami.